Final do Aberto da França de 2026: Mirra Andreeva e Maja Chwalinska se encontram enquanto caminhos contrastantes levam ao mesmo destino
As trajetórias de carreira das finalistas do Aberto da França, Mirra Andreeva e Maja Chwalinska, não poderiam ser mais contrastantes.
A oitava cabeça-de-chave russa Andreeva é uma sensação adolescente que conquistou sua primeira vitória no WTA Tour aos 15 anos em 2023, chegando à quarta rodada de Wimbledon apenas dois meses depois.
Tornar-se um campeão do Grand Slam parece uma questão de quando, e não de se, desde então.
“Estou cada vez mais perto, estou ficando um pouco mais maduro a cada partida que jogo”, disse Andreeva, de 19 anos.
O caminho do Qualifier Chwalinska para a final de sábado em Roland Garros tem sido menos previsível.
A polonesa de 24 anos nunca conseguiu entrada direta na chave principal de um torneio importante e só passou pela qualificação do Grand Slam em duas das 14 tentativas anteriores.
Com pouco pedigree, o avanço de Chwalinska, 114º classificado, é uma lição sobre o que pode ser alcançado através de dedicação e perseverança.
“Sinto que estou na bolha. Não sei o que está acontecendo. Estou muito feliz por estar aqui”, disse Chwalinska, que era um outsider com 500-1 no início do torneio.